Depois da festança com as crianças do Kolping, voltamos todas as rotatórias possíveis e imagináveis novamente até chegar ao destino final e batlocal de sempre: Matsuri! Muita água mineral, conversas e risadas até dar a hora mais ou menos certa para jantar. E eu caprichei, viu?? Alface americana, tomate cereja, palmito e mini bolinhas de mussarela de búfala com uma colher de chá de azeite e shoyu light de entrada, seguido de um temaki de salmão sem arroz. Para acompanhar, coca zero. Tenho esses limites de o que comer, o que não comer e quantidades, por isso não faço aqueles pratos recheados, mas contendo uma ou duas folhas de alface, três tomates cereja, e por aí vai. O pessoal tomando chopp, comendo hot roll, niguri de salmão, sabe, aqueles meus prediletos mas que agora só faço olhar, sem vontade nem nada, e eu super feliz comendo meu temaki e minha saladinha. Falo assim, sabe, os grupos são de extrema valia durante o tratamento, e acho que por causa deles aprendi a ter controle de...
Nova vida, novos rumos!